quarta-feira, 29 de outubro de 2014

O Dinis foi ao Mercadito da Carlota

Boa Tarde, Boa Tarde,

Já chega com um atraso mas chega!
Todas conhecemos o Blog da Carlota e o seu mercadito. É tudo um amor!
Queriamos ir cedo já que o mercadito era das 10h-19h e para não haver muito sol e calor.
Como atrasou 1h de Sábado para Domingo foi perfeito. O D acordou mesmo a tempo de chegarmos ao mercadito pelas 10h.
Sem saber o que íamos encontrar propriamente lá chegamos ao Museu da Carris e visto que tinha 120 lugares gratuitos (uma de muitas mais valias do mercadito) fomos confiantes mas... na entrada avisaram que já estava completo (completo? eram 9:40h!), fiquei na porta com o D e o pai foi estacionar o carro algures perto.
O mais giro de tudo é que parecia um ritual pois acontecia sempre isto em todos os carros que chegavam para o mercadito pelo menos enquanto saía com o D do carro, as mães tiravam os minis e descia tudo para o Museu da Carris.
Para quem não conhece o museu da carris tem uma entrada com uma descidinha comprida mas que se faz bem, estava a descer com o Dinis como outras famílias e quando ouvi "vai para o mercadito? venha para o eléctrico!" um senhor super simpático que estava a tratar de levar e trazer as pessoas em uma voltinha de eléctrico (mais um miminho do mercadito da carlota). Entrei e fiquei logo derretida com o ambiente já com alguns pais e crianças e o estilo muito charrete e vintage do eléctrico (era dos primeiros eléctricos). Sentei com o D do lado da janela e lá fomos para o museu, quando cheguei fiquei de boca aberta porque mesmo sendo 9:50h já estava um aglomerando enorme de famílias (a espera pelas 10h foi super rápida e até porque havia já aberto onde comer).
Pontualidade não faltou em nada 10h abriu o mercadito cheio, mesmo cheio de coisas giras. Umas voltinhas por lá com o Dinis e todas as pessoas muito simpáticas.
Voltamos novamente de eléctrico já com o pai do D e ao ir para o carro que estava estacionado em uma das ruas perto do museu era uma loucura de pais e minis a irem todos muito descontraídos para o mercadito (um sucesso).
É um excelente programa de Domingo sem dúvida nenhuma. Adoramos!
Fica então o Look do Dinis no dia do Mercadito da Carlota.

Body da Zippy - Nova Colecção





sábado, 25 de outubro de 2014

Oh Serafina, Serafina!

Verão, verão... 
Nunca pensei que o D ainda pudesse andar com a sua pernoca de fora a desfrutar de uma temperatura tão quente quase em Novembro.
Vem em muito boa altura mesmo para os seus bodys com aplicações  (foram pensados e feitos mesmo para o D) que um casaco estragava um pouquinho do efeito.
Parque urbano do alto da Serafina sim, sim, sim! 
Totalmente com o conceito família este parque oferece dezenas de cantinhos acolhedores para nós.
Muitas sombras, muita relva, muitos patinhos, um miradouro, muitos escorregas, muitas mesas de picnic (fizemos um, óbvio!", muita água e um parque enorme de insufláveis ideal para festas de anos dos mais pequenos.
Nem entramos nessa zona mas pela parte de fora havia um navio enorme insuflável que estava mesmo a pedir para uma descida (mais uns 4 anos e o D está a fazer a primeira descida).
Sim, enquanto família estamos agora a ser apresentados a um mundo, o mundo que só quem tem filhos é que sabe. Tudo muito simpático, mães a desejar felicidades pelo D, crianças a entrar de roupa em uma fonte logo a entrada do parque, casais de velhotes a achar imensa piada ao Dinis... um lugar onde definitivamente os sorrisos são verdadeiros e os pais e avós entram inteiramente nas brincadeiras e dei por mim a dizer "isto sim é ser criança!".
Para festas de aniversários tanto em jardim como no parque dos insufláveis recomendo a 100%.







quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Com pompa e circunstância

Boa Noite,

Fica mais um look do Dinis desta feita muito homenzinho.
Adoro laços e tudo o que sai da zona de conforto de todas as roupas de bebé.
Amo este conjunto, o D usa no dia a dia mas para as mães mais práticas no vestir podem usar este conjunto nos vossos filhotes para datas marcantes pois dão aquele toque de charme pequenino.
Parece muito completo mas nada disso são só duas peças um body com aplicações e umas calças, tudo super fácil de vestir e simples para mudar a fralda. 
Além disto todo o tecido é elástico e oferece todo o conforto.




As boas mães dos nossos filhos

Diria assombrações ou camadão de nervos, sim.
Engraçado que quando estamos grávidas e fartas já de todos os palpites e observações eis que chega o nascimento e tudo o que queremos é o nosso bebé e o pai por perto e mais ninguém nem a 1 m. 
E então começa... as maravilhosas mães que pegam nos nossos filhos ainda na maternidade quando estão a dormir, que comparam vezes sem conta que faz assim porque os filhos delas são assim, a sério? Aquelas insuportáveis que quando chegam para fazer uma visita e o nosso filho começam a chorar quase que arrancam dos nossos braços só para os sossegar, a sério? Aquelas mesma que querem fazer tudo aos nossos como se fossem delas e muitas vezes andam os filhos dessas mesmas a nos destruir a porcaria da casa toda e com ciumes maldosos nos nossos filhos e elas... a fazer dos nossos filhos álbuns de recordações e sempre a espera do elogio de alguém "... a x tem mesmo jeito para bebés!", a sério? Aquelas que basta uma visita de 5 minutos para serem um fardo na nossa vida!
Ora cá vai disto, o nosso filho é como significa NOSSO! 
Engraçado que quando fazem mil e uma coisas aos nossos filhos como se fossem delas nunca mas nunca mudam a fralda, já repararam? Quando chega a parte da fralda eles já têm mãe.
Escusam de estar vinte mil vezes cada vez que ele chora a dizer: é fralda? é fome? é calor? é uma dor? Mas afinal quem é a mãe?
Esta gente tem que se por no lugar e saber que ser boa mãe não é só sossegar um bebé pequenino com um chorinho (aquele choro que muitas vezes significa "quero ficar sozinho com a minha mãe e sem vocês a minha volta") e ai eles ainda choram mais e acabam por se calar de cansaço e nós ficamos ali com vontade de matar naquele momento. Ser boa mãe é ser desde o 0 até a idade que for possível, uma boa mãe é aquela que acompanha os filhos no crescimento, educa consoante a idade e mima a qualquer atura. Querem assim tanto ser mãe de um bebé? Façam um de novo!
Não sejam mães dos filhos dos outros POR FAVOR!
Não digam "ah é um ciclo!" não, não é! Eu sou incapaz de fazer tal coisa!
Muitos nervos são criados por causa dessas pessoas e com dois dedos de testa deviam saber que estão a estragar uma experiência maravilhosa com a sua presença.
Cabe a nós dizer não e ganhar o rótulo de mães galinhas, loucas, ciumentas, mal educadas... quero lá saber! No meu filho é que NÃO!

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terça-feira, 21 de outubro de 2014

Luísa Alexandra

A segunda entrevista no Dinis Like the King é com a nossa Luísa Alexandra. A Luísa para além de ser uma pessoa extraordinária sempre pronta a ajudar e a partilhar conhecimento é muitas vezes o nosso SOS cozinha (costumo chamar assim). Dona de um dos Blogs (Blog, Facebook  e Youtube) mais apetecíveis de sempre é mãe de um casal super amoroso de personalidade forte. 


Antes de saber o sexo dos bebés já tinha preferência?
Nunca tive preferência, acho que o mais importante é que seja saudável e que tudo corra bem.
Mas o meu marido sempre teve o "feeling" que era um menino, já antes de casarmos ele dizia que o nosso primeiro filho seria um rapaz e inclusive tínhamos já o nome escolhido apenas para rapaz.

Foi "vitima" das tão famosas adivinhações populares? (por exemplo mãe com cara bonita é menino, barriga redonda é menina...) 
Sim, acho que isso é inevitável!
Apesar de, evidentemente, existir sempre quem acerte e quem erre. É uma "ciência" em que há 50% de hipóteses!

Qual a sua reacção quando ficou a saber que ia ter um rapaz? 
Fiquei feliz não propriamente por mim mas pelo meu marido.

Como correu o parto?
O parto correu muito mal. Eu fiz pré-eclampsia e estivémos ambos em risco de vida.
Ficámos internados nos cuidados intensivos, eu fiquei durante 3 dias, o Pedro Octávio durante 11 dias.


Sofreu dos chamados "babyblues"?

Nunca notei qualquer tipo de depressão depois dos meus filhos nascerem.
Acho que existe sempre uma altura de adaptação, umas alturas em que corre tudo bem, noutras alturas as coisas correm menos bem e evidentemente que isso se reflecte no nosso bem estar. Se o nosso filho está com cólicas e não dorme bem nós também não dormimos, no dia seguinte estamos de mau humor ou qualquer coisa nos faz explodir ou chorar. Não é logo princípio de depressão! É um conjunto de factores que nos levam a ter reacções menos "normais".

Como foi a escolha dos nomes? 
O nome dos meus filhos foi uma escolha minha e do meu marido. O meu filho tem o nome de um falecido irmão do meu marido, que morreu ainda bebé, com 9 meses, e foi uma maneira de o homenagearmos.

Durante e após a gravidez recebeu comentários e dicas daqueles que ninguém tem paciência para ouvir?Eu não tenho paciência para o que não me interessa e não tenho problemas em o afirmar, por isso quando alguém começa a dizer-me alguma coisa que eu não gosto a conversa geralmente acaba nesse momento.

Quais?
 Assim de repente uma das coisas que não admito que me digam é que uma criança não precisa de colo, que os devemos habituar às cadeirinhas, a dormir sozinhos e não ir logo agarrar quando choram. Irrita-me profundamente isso!
Eu sempre andei com os meus filhos ao colo, até o seu peso permitir, e ainda hoje adoro sentar-me com eles ao colo. São atitudes de carinho que se devem manter sempre.

A sua menina teve ciumes quando o mano nasceu?O Pedro Octávio é o mais velho. E teve muitos ciúmes quando a irmã nasceu. Ainda hoje tem :)



 Que truques a Luísa usou para a adaptação dos dois?
Os meus filhos não se dão bem. Andam sempre a implicar um com o outro. Mas também conseguem estar uma tarde inteira a brincar e não se ouve barulho de tão entretidos que estão. Depende do estado de espírito.



Sentiu ou sente a tal sensação de "...e para menino não há mais nada?" ao entrar nas lojas de roupa?

Não, acho que existe uma enorme oferta de roupa e acessórios para menino!

Como envolve os seus filhos na sua profissão?

A minha profissão nada tem a ver com culinária! Tem a ver com computadores. Os meus filhos quando eram mais pequenos iam frequentemente comigo para o escritório, até porque é uma empresa familiar e tenho a facilidade de os levar sempre que quero.  Agora que já andam na escola é menos frequente, mas por vezes quando os vou buscar à escola ainda os levo comigo para o trabalho.



Por experiência com que idade e como devemos apresentar a culinária aos nossos filhos?

Quando começam a perceber. As crianças gostam muito de imitar e ajudar. Por exemplo a colocar a louça na máquina, a tentar lavar louça, a levantar a mesa, a colocar a massa nas formas, a decorar os bolos, os meus filhos sempre gostaram de fazer esse tipo de coisas.


Quando o assunto é culinária os meninos preferem fazer o mais fácil? Uma ou duas receitas que funcionam com eles?
Os meus filhos gostam muito de fazer croissants, e garanto que ficam perfeitos!

Ser mãe de um menino é: uma benção!


Muito obrigada Luísa!

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Primeira ida ao parque

Bom Dia queridas,

Que tempo é este em pleno Outubro? Calor, calor!
Ontem fomos passar um bocadinho da tarde ao Parque infantil do Alvito um espaço muito bem pensado para momentos em família.
O D só tem 2 meses e meio praticamente e os escorregas com mil funções ainda não são para ele, óbvio. Mas basta ficar na sombrinha de uma grande árvore que só o movimento das folhas com o vento e o criar de sombras são suficientes para visivelmente saber que ele está feliz. 
Para mim é um satisfação completa!
Parques cheios não fazem nada o meu género, por isso aos fins de semana de verão é de fugir dos grandes parques. Mas nos dias de semana sempre vale a pena um tempinho com eles em parques como este, sem dúvida.
Também aproveito este calor para usar como últimas vezes algumas roupinhas de verão do D que vão para o baú  não tarda. 
Aqui a mãe continua na sua dieta pós-parto com alguns pecados pelo meio mas de vez em quando um miminho todas merecemos depois de tantas mudanças. :)
Tanto eu como o D estamos a usar roupa da H&M!

 O meu vestido e o macacão curto Navy do Dinis são H&M - Mala da Pull&bear








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domingo, 19 de outubro de 2014

Ana Isabel Borges

Primeira entrevista no Dinis like the King e começa bem, começa com a Ana Isabel Borges um amor de pessoa mãe de dois mimos que abdicou de uma carreira profissional pelos filhos. Quem não queria também? Com 43 anos e como a Ana diz tem como profissão ser mãe a tempo inteiro.
Como decidiu ser mãe a tempo inteiro?

Trabalhava há 7 anos e meio como escriturária num escritório, quando engravidei do David e decidi, em conjunto com o meu marido, que queria ser mãe a tempo inteiro até ele fazer 3 aninhos e entrar para a pré-escola, iria acompanhar as suas várias fases e não tínhamos de pô-lo num infantário.
Quando o David fez os 3 anos, pensámos em engravidar de novo, mas nos exames que fiz antes de tentar engravidar, foram-me detectadas várias calcificações no peito esquerdo e entre exames, biópsias, espera de resultados e o ok para poder engravidar de novo, passaram quase 2 anos e por isso o David e a Gabriela têm 5 anos e 9 meses de diferença.
Não voltei a trabalhar, pois a intenção era a mesma… acompanhar a tempo inteiro a Gabriela nos primeiros 3 aninhos de vida e depois logo se via.
Embora ela já esteja na pré-escola desde os 2 anos e 9 meses, ainda
hoje me mantenho, por vontade e gosto, como mãe a tempo inteiro, estando disponível para eles a qualquer hora do dia, podendo levá-los e buscá-los à escola (até na hora de almoço, pois almoçam os 2 em casa) e às várias actividades que têm após o horário escolar.

Sou muito feliz por ter este privilégio de os acompanhar em todas as etapas pelas quais vão passando, pois eles são a minha vida!!!

Antes de saber o sexo do bebé já tinha preferência?

Não, não tínhamos preferência, era o primeiro e só queríamos que tudo corresse bem e que fosse saudável.



Foi "vitima" das tão famosas adivinhações populares (por exemplo mãe com cara bonita é menino, barriga redonda é menina...)


 Sim, fui. Era mais, barriga redonda menina, barriga bicuda menino… Alguns desses palpites foram certos e outros nem por isso ☺



Qual a sua reacção quando ficou a saber que ia ter um rapaz?
Ficámos muito felizes, mas se tivesse sido rapariga a felicidade tinha sido igual. Houve quem nos dissesse: “ainda bem que é menino, porque dá sorte quando o primeiro filho é rapaz”.


Como correu o parto?
Rebentaram-me as águas por volta das 7.00h da manhã e como não tinha dores, levantei-me e tomei duche. Decidimos chamar a ambulância em vez de ir de carro com o meu marido e lá fui eu a caminho do hospital local, porque é obrigatório as ambulâncias lá pararem antes de seguir para a maternidade mais próxima, que para nós é no Hospital S. Bernardo em Setúbal. No caminho começaram as contrações. Chegada ao hospital, fui encaminhada para a sala intermédia onde levei a epidural e aguardei a evolução da dilatação. Após algum tempo a parteira chamou a médica, que após verificar disse-me que ia necessitar da ajuda dos fórceps para o bebé nascer, pois ele entretanto “tinha subido”. O David nasceu às 13h. Infelizmente o meu marido não assistiu ao parto porque, por volta do meio-dia e pouco, uma enfermeira foi dizer-lhe para ele ir comer qualquer coisa porque o parto ainda estava demorado e quando ele voltou o David tinha acabado de nascer.


Sofreu dos chamados "babyblues"?


Não, não sofri de babyblues, apenas cansaço normal após o parto, até porque os primeiros dias foram um pouco difíceis devido às dores que sentia por causa dos pontos que tive de levar.

Como foi a escolha do nome?


Foi engraçado, pois a escolha definitiva foi feita num comboio em Lisboa, a caminho do nosso carro, após a ecografia morfológica e onde ficámos a saber o sexo do bebé. Tínhamos alguns nomes em mente, tanto de menino como de menina, muitas indecisões, mas após sabermos que ia ser menino, o nome David já não nos saiu da cabeça e como queríamos pôr-lhe um segundo nome, decidimos que se chamaria David Daniel, pois Daniel também era um dos nomes da nossa preferência.


Durante e após a gravidez recebeu comentários e dicas daqueles que ninguém tem paciência para ouvir?
Recebi sim, confesso que de algumas pessoas houve comentários e dicas que foram bem vindos, mas da maioria realmente não havia paciência que chegasse para os ouvir.

Quais?
Alguns tinham a ver com a amamentação, outros com o bebé ter de arrotar, as parecenças com a mãe e/ou pai, etc.


 Ele teve ciumes quando a mana nasceu?
Não, não teve ciúmes. Aceitou muito bem, até porque ele já pedia um mano ou mana há algum tempo. Ficou muito feliz com a chegada da mana Gabriela.


Que truques a Ana usou para a adaptação dos dois?
Desde o início que fizemos questão que o David participasse em certas coisas ainda antes do nascimento da mana: assistiu às ecografias, ajudou na escolha do nome (Gabriela Filipa), assim como na escolha de certas pecinhas de roupa.
Já depois da mana ter nascido, ajudava a dar-lhe banho, a vesti-la e várias outras coisas que o deixavam muito feliz.


Sentiu ou sente a tal sensação de "...e para menino não há mais nada?" ao entrar nas lojas de roupa?


Por vezes sim, principalmente aqui em Sines porque realmente não há muita escolha, mas deslocava-me a Setúbal ou Lisboa e aí já encontrava pecinhas giras e diferentes para menino.



Ser mãe de um menino é:
É um amor sem fim, é uma felicidade enorme, é tudo de bom… não há palavras suficientes para descrever… (mas claro que os sentimentos são os mesmos em relação a ser mãe de menina).

  

Muito obrigada Ana! 


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