terça-feira, 21 de outubro de 2014

Luísa Alexandra

A segunda entrevista no Dinis Like the King é com a nossa Luísa Alexandra. A Luísa para além de ser uma pessoa extraordinária sempre pronta a ajudar e a partilhar conhecimento é muitas vezes o nosso SOS cozinha (costumo chamar assim). Dona de um dos Blogs (Blog, Facebook  e Youtube) mais apetecíveis de sempre é mãe de um casal super amoroso de personalidade forte. 


Antes de saber o sexo dos bebés já tinha preferência?
Nunca tive preferência, acho que o mais importante é que seja saudável e que tudo corra bem.
Mas o meu marido sempre teve o "feeling" que era um menino, já antes de casarmos ele dizia que o nosso primeiro filho seria um rapaz e inclusive tínhamos já o nome escolhido apenas para rapaz.

Foi "vitima" das tão famosas adivinhações populares? (por exemplo mãe com cara bonita é menino, barriga redonda é menina...) 
Sim, acho que isso é inevitável!
Apesar de, evidentemente, existir sempre quem acerte e quem erre. É uma "ciência" em que há 50% de hipóteses!

Qual a sua reacção quando ficou a saber que ia ter um rapaz? 
Fiquei feliz não propriamente por mim mas pelo meu marido.

Como correu o parto?
O parto correu muito mal. Eu fiz pré-eclampsia e estivémos ambos em risco de vida.
Ficámos internados nos cuidados intensivos, eu fiquei durante 3 dias, o Pedro Octávio durante 11 dias.


Sofreu dos chamados "babyblues"?

Nunca notei qualquer tipo de depressão depois dos meus filhos nascerem.
Acho que existe sempre uma altura de adaptação, umas alturas em que corre tudo bem, noutras alturas as coisas correm menos bem e evidentemente que isso se reflecte no nosso bem estar. Se o nosso filho está com cólicas e não dorme bem nós também não dormimos, no dia seguinte estamos de mau humor ou qualquer coisa nos faz explodir ou chorar. Não é logo princípio de depressão! É um conjunto de factores que nos levam a ter reacções menos "normais".

Como foi a escolha dos nomes? 
O nome dos meus filhos foi uma escolha minha e do meu marido. O meu filho tem o nome de um falecido irmão do meu marido, que morreu ainda bebé, com 9 meses, e foi uma maneira de o homenagearmos.

Durante e após a gravidez recebeu comentários e dicas daqueles que ninguém tem paciência para ouvir?Eu não tenho paciência para o que não me interessa e não tenho problemas em o afirmar, por isso quando alguém começa a dizer-me alguma coisa que eu não gosto a conversa geralmente acaba nesse momento.

Quais?
 Assim de repente uma das coisas que não admito que me digam é que uma criança não precisa de colo, que os devemos habituar às cadeirinhas, a dormir sozinhos e não ir logo agarrar quando choram. Irrita-me profundamente isso!
Eu sempre andei com os meus filhos ao colo, até o seu peso permitir, e ainda hoje adoro sentar-me com eles ao colo. São atitudes de carinho que se devem manter sempre.

A sua menina teve ciumes quando o mano nasceu?O Pedro Octávio é o mais velho. E teve muitos ciúmes quando a irmã nasceu. Ainda hoje tem :)



 Que truques a Luísa usou para a adaptação dos dois?
Os meus filhos não se dão bem. Andam sempre a implicar um com o outro. Mas também conseguem estar uma tarde inteira a brincar e não se ouve barulho de tão entretidos que estão. Depende do estado de espírito.



Sentiu ou sente a tal sensação de "...e para menino não há mais nada?" ao entrar nas lojas de roupa?

Não, acho que existe uma enorme oferta de roupa e acessórios para menino!

Como envolve os seus filhos na sua profissão?

A minha profissão nada tem a ver com culinária! Tem a ver com computadores. Os meus filhos quando eram mais pequenos iam frequentemente comigo para o escritório, até porque é uma empresa familiar e tenho a facilidade de os levar sempre que quero.  Agora que já andam na escola é menos frequente, mas por vezes quando os vou buscar à escola ainda os levo comigo para o trabalho.



Por experiência com que idade e como devemos apresentar a culinária aos nossos filhos?

Quando começam a perceber. As crianças gostam muito de imitar e ajudar. Por exemplo a colocar a louça na máquina, a tentar lavar louça, a levantar a mesa, a colocar a massa nas formas, a decorar os bolos, os meus filhos sempre gostaram de fazer esse tipo de coisas.


Quando o assunto é culinária os meninos preferem fazer o mais fácil? Uma ou duas receitas que funcionam com eles?
Os meus filhos gostam muito de fazer croissants, e garanto que ficam perfeitos!

Ser mãe de um menino é: uma benção!


Muito obrigada Luísa!

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Primeira ida ao parque

Bom Dia queridas,

Que tempo é este em pleno Outubro? Calor, calor!
Ontem fomos passar um bocadinho da tarde ao Parque infantil do Alvito um espaço muito bem pensado para momentos em família.
O D só tem 2 meses e meio praticamente e os escorregas com mil funções ainda não são para ele, óbvio. Mas basta ficar na sombrinha de uma grande árvore que só o movimento das folhas com o vento e o criar de sombras são suficientes para visivelmente saber que ele está feliz. 
Para mim é um satisfação completa!
Parques cheios não fazem nada o meu género, por isso aos fins de semana de verão é de fugir dos grandes parques. Mas nos dias de semana sempre vale a pena um tempinho com eles em parques como este, sem dúvida.
Também aproveito este calor para usar como últimas vezes algumas roupinhas de verão do D que vão para o baú  não tarda. 
Aqui a mãe continua na sua dieta pós-parto com alguns pecados pelo meio mas de vez em quando um miminho todas merecemos depois de tantas mudanças. :)
Tanto eu como o D estamos a usar roupa da H&M!

 O meu vestido e o macacão curto Navy do Dinis são H&M - Mala da Pull&bear








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domingo, 19 de outubro de 2014

Ana Isabel Borges

Primeira entrevista no Dinis like the King e começa bem, começa com a Ana Isabel Borges um amor de pessoa mãe de dois mimos que abdicou de uma carreira profissional pelos filhos. Quem não queria também? Com 43 anos e como a Ana diz tem como profissão ser mãe a tempo inteiro.
Como decidiu ser mãe a tempo inteiro?

Trabalhava há 7 anos e meio como escriturária num escritório, quando engravidei do David e decidi, em conjunto com o meu marido, que queria ser mãe a tempo inteiro até ele fazer 3 aninhos e entrar para a pré-escola, iria acompanhar as suas várias fases e não tínhamos de pô-lo num infantário.
Quando o David fez os 3 anos, pensámos em engravidar de novo, mas nos exames que fiz antes de tentar engravidar, foram-me detectadas várias calcificações no peito esquerdo e entre exames, biópsias, espera de resultados e o ok para poder engravidar de novo, passaram quase 2 anos e por isso o David e a Gabriela têm 5 anos e 9 meses de diferença.
Não voltei a trabalhar, pois a intenção era a mesma… acompanhar a tempo inteiro a Gabriela nos primeiros 3 aninhos de vida e depois logo se via.
Embora ela já esteja na pré-escola desde os 2 anos e 9 meses, ainda
hoje me mantenho, por vontade e gosto, como mãe a tempo inteiro, estando disponível para eles a qualquer hora do dia, podendo levá-los e buscá-los à escola (até na hora de almoço, pois almoçam os 2 em casa) e às várias actividades que têm após o horário escolar.

Sou muito feliz por ter este privilégio de os acompanhar em todas as etapas pelas quais vão passando, pois eles são a minha vida!!!

Antes de saber o sexo do bebé já tinha preferência?

Não, não tínhamos preferência, era o primeiro e só queríamos que tudo corresse bem e que fosse saudável.



Foi "vitima" das tão famosas adivinhações populares (por exemplo mãe com cara bonita é menino, barriga redonda é menina...)


 Sim, fui. Era mais, barriga redonda menina, barriga bicuda menino… Alguns desses palpites foram certos e outros nem por isso ☺



Qual a sua reacção quando ficou a saber que ia ter um rapaz?
Ficámos muito felizes, mas se tivesse sido rapariga a felicidade tinha sido igual. Houve quem nos dissesse: “ainda bem que é menino, porque dá sorte quando o primeiro filho é rapaz”.


Como correu o parto?
Rebentaram-me as águas por volta das 7.00h da manhã e como não tinha dores, levantei-me e tomei duche. Decidimos chamar a ambulância em vez de ir de carro com o meu marido e lá fui eu a caminho do hospital local, porque é obrigatório as ambulâncias lá pararem antes de seguir para a maternidade mais próxima, que para nós é no Hospital S. Bernardo em Setúbal. No caminho começaram as contrações. Chegada ao hospital, fui encaminhada para a sala intermédia onde levei a epidural e aguardei a evolução da dilatação. Após algum tempo a parteira chamou a médica, que após verificar disse-me que ia necessitar da ajuda dos fórceps para o bebé nascer, pois ele entretanto “tinha subido”. O David nasceu às 13h. Infelizmente o meu marido não assistiu ao parto porque, por volta do meio-dia e pouco, uma enfermeira foi dizer-lhe para ele ir comer qualquer coisa porque o parto ainda estava demorado e quando ele voltou o David tinha acabado de nascer.


Sofreu dos chamados "babyblues"?


Não, não sofri de babyblues, apenas cansaço normal após o parto, até porque os primeiros dias foram um pouco difíceis devido às dores que sentia por causa dos pontos que tive de levar.

Como foi a escolha do nome?


Foi engraçado, pois a escolha definitiva foi feita num comboio em Lisboa, a caminho do nosso carro, após a ecografia morfológica e onde ficámos a saber o sexo do bebé. Tínhamos alguns nomes em mente, tanto de menino como de menina, muitas indecisões, mas após sabermos que ia ser menino, o nome David já não nos saiu da cabeça e como queríamos pôr-lhe um segundo nome, decidimos que se chamaria David Daniel, pois Daniel também era um dos nomes da nossa preferência.


Durante e após a gravidez recebeu comentários e dicas daqueles que ninguém tem paciência para ouvir?
Recebi sim, confesso que de algumas pessoas houve comentários e dicas que foram bem vindos, mas da maioria realmente não havia paciência que chegasse para os ouvir.

Quais?
Alguns tinham a ver com a amamentação, outros com o bebé ter de arrotar, as parecenças com a mãe e/ou pai, etc.


 Ele teve ciumes quando a mana nasceu?
Não, não teve ciúmes. Aceitou muito bem, até porque ele já pedia um mano ou mana há algum tempo. Ficou muito feliz com a chegada da mana Gabriela.


Que truques a Ana usou para a adaptação dos dois?
Desde o início que fizemos questão que o David participasse em certas coisas ainda antes do nascimento da mana: assistiu às ecografias, ajudou na escolha do nome (Gabriela Filipa), assim como na escolha de certas pecinhas de roupa.
Já depois da mana ter nascido, ajudava a dar-lhe banho, a vesti-la e várias outras coisas que o deixavam muito feliz.


Sentiu ou sente a tal sensação de "...e para menino não há mais nada?" ao entrar nas lojas de roupa?


Por vezes sim, principalmente aqui em Sines porque realmente não há muita escolha, mas deslocava-me a Setúbal ou Lisboa e aí já encontrava pecinhas giras e diferentes para menino.



Ser mãe de um menino é:
É um amor sem fim, é uma felicidade enorme, é tudo de bom… não há palavras suficientes para descrever… (mas claro que os sentimentos são os mesmos em relação a ser mãe de menina).

  

Muito obrigada Ana! 


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O primeiro Look do D

Boa Tarde queridas,

Hoje é dia do primeiro look do D aqui no Blog.
Este ano as estações trocaram as voltas a todos, não foi? O Dinis nasceu em pleno verão (o segundo verão mais frio de sempre) por um lado foi bom porque um recém nascido e um calor dos diabos não combina, ou seja, nem tudo é mau.
Este Outono também está estranho! Por isso ainda é possível fazer algum uso das mangas curtas em alguns dias.
Branco e azul são as cores do Look de hoje, um macacão e uma camisa com uma gola redonda de padrão riscado da Sigascores.







quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Sinto e não sinto saudades da gravidez

Ora bem,

Dois meses após a minha gravidez já "matei" praticamente todas as saudadinhas que uma grávida tem... Estranhamente não conseguia lembrar de como era não estar grávida, não saber o que era não ter um ser pequenino na barriga, não sentir o arraial do pontapé...
Tudo passa e neste momento já não sei a sensação de estar grávida. Daí sempre a frase "aproveita que é um momento único!"
A minha gravidez foi mais que pacífica, não engordei praticamente nada. Trabalhei até ao 9º mês e fui para casa quase com o meu obstetra a puxar estas orelhas que é a verdade, verdadinha... Foi aquela gravidez que sintomas zero, roupa para grávida zero e saltos até ao fim (até ao fim mesmo... fui para o hospital ter o D de saltos)! Daquelas que nunca ninguém dá lugar no metro, na fila do supermercado, banco...
Era rara a pessoa que dava conta e eu até esquecia-me muitas vezes que estava grávida! Com nove meses ainda muitas pessoas nem sonhavam que estava barriguda e era logo o maior espanto porque achavam piamente que estava para aí com 4 ou 5 meses (sim, sim o Dinis já está é a bater na portinha não tarda)... Enfim!
Dava por mim a correr na mudança de linha de metro, a apanhar algo do chão facilmente e até um dia antes de ir para o hospital pintava as unhas dos pés sem grande drama...
Quanto as fotos era um drama... sempre que pedia ao pai do D para tirar fotos parecia muitas vezes tudo menos grávida ... Lá para o sétimo mês ficava sempre de lado e lá fiquei com fotos de jeito que o medo de não ter recordações da barriguita era algum...
Mais ou menos umas duas semanas antes fiquei duas vezes com os pés inchados que não entrava em nenhum sapato ao final da tarde (perninhas em cima de uma almofada e assunto resolvido em três tempos).
 Tive sorte muita sorte com a minha gravidez... sorte ou devo chamar genética? ou psicológico? ou correria de vida?
Deixo uma lista das minhas saudades e algumas fotos!


Tenho saudades na gravidez:
- Do sabor da minha meia de leite e do meu croissant misto
-Dos mil jantares de arroz de pato
-Das prendinhas vindas do nada
-Da sensação se alivio no final das ecografias
-Das sonecas ao sábado pela tarde 
-Da sensação de ser guardiã de algo tão valioso 

Não tenho saudades na gravidez:
- Da ansiedade extrema antes de cada ecografia e ao chegar perto do parto
- As adivinhações da data de nascimento do Dinis
- Das dicas e opiniões que ninguém tem paciência de ouvir
- Das vinte mil historias de partos (acreditem cada parto é um parto e nada é igual... digo isto por experiência própria)
-Das insónias no inicio e no fim da gravidez
-De andar com a memória de peixinho
- Sentir a concentração afectada



Mas só quero dizer "TUDO VALE MESMO A PENA!"
 


Em contagem final... uma semana para os nove meses




Com quase 8 meses e feliz da vida


Com 5 meses a tentar ter barriga para mostrar

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Mini brincadeiras que estimulam o desenvolvimento (1 e 2 meses)

Todas nós mães temos aquele jeitinho que mais ninguém tem para os nossos filhos mas... quando têm dias ou mesinhos é preciso estimular o desenvolvimento do bebé e nada melhor que mini brincadeiras.
Sim, as pequenas brincadeiras que fazem toda a diferença. 
Por experiência própria o Dinis responde muito bem a estes estímulos, ele adora!
Claro, nenhuma criança é igual e algumas brincadeiras podem não funcionar mas não custa tentar, não é? 



Com 1 Mês:

- Colocar objectos macios e coloridos cerca de 20 cm da criança.
- Quanto o bebé estiver ao colo ou deitado, movimentar objectos ou a mão lateralmente
- Ajudar o bebé a colocar os pés e as mãos na boca como forma de conhecer as partes do próprio corpo.
- Juntar as mãos do bebé como se ele fosse bater palmas.
- Balançar chocalhos para que o bebé associe o som ao movimento.

Com 2 Meses:

- Movimentar objectos coloridos, brincando e conversando com o bebé isso estimula a movimentação ocular.
- Cantar e conversar muito com o bebé.
- Pendurar no berço objectos coloridos que façam barulho, em várias alturas e posições, para que o bebé possa alcançar.



quarta-feira, 8 de outubro de 2014

2º Mêsversário - 7 de Outubro

Em um piscar de olhos chegou o 2º mêsversário do D!
São dois meses de puro amor, ligações extremas, descobertas e mais recentemente de sorrisos desdentados...
Com o pai já de volta ao trabalho e aqui a mãe de licença maternal (que não quero que acabe!!!) ficamos mais tempo em casa e optei por fazer o bolo.
Já no dia anterior tinha feito umas pesquisas sobre bolos rápidos e fáceis e ainda melhor que não fosse ao forno (bolo de forno e eu NÃO!) e encontrei em blogs várias receitas maravilhosas para o momento.

Bolo Base de Tarte e Natas

* Duas bases de tarte (de supermercado)
* Dois pacotes de natas
* Uma lata de pêssego
* Uma barra de chocolate

Bater as natas
Colocar uma tarte como base
Deitar uma camada de natas, uma camada de pêssego cortado aos cubos pequeninos e voltar a colocar uma camada de natas
Colocar a outra tarte
Voltar a deitar uma camada de natas e outra de pêssego cortado em cubos
Para finalizar com a ajuda de uma faca façam muitas raspas de chocolate e toca a decorar o topo do bolo






Dica: Para não ficar demasiado seco façam uns furinhos nas bases com um palito e reguem com a calda do pêssego (nada de exageros por causa da doçura).

E lá comecei eu o bolo do D com algumas duas paragens pelo meio (quem é mãe sabe, não é?) mas acabou por fazer a sua soneca e eu dei os últimos retoques.
Depois foi esperar do pai chegar, guardar recordações, o passeio ao final da tarde com o D e oficializar mais um dia 7.